Descartável Embalagens entra em produção com equipamento com tecnologia própria

Quinta-feira, 23 de julho de 2020

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O equipamento vai produzir em torno de 2,5 milhões de metros de filmes  plásticos  por mês e atenderá o mercado de lácteos e cárneos

A empresa Descartável Embalagens aproveitou este nosso momento de pandemia, para investir no seu mercado de embalagens biorientadas, coextruzadas e encolhíeis para cárneos e lácteos.

Desde o inicio do ano passado houve um aumento geral no consumo de todas as categorias, desde a base da pirâmide até o alto. A pirâmide que estava subindo com o surgimento do Covid-19 começou a cair muito, e com isso surgiu a necessidade de produtos proteicos que sejam mais baratos, isso deu um acréscimo muito grande para o mercado.

Esse novo equipamento proporciona muitos benéficos com a sua utilização, os principais são: aumenta o poder de venda e ainda baixa o custo de produção. Ele produzirá em torno de 2,5 milhões de metros de produtos por mês.

“Hoje nós atendemos em torno de 70% do mercado de embalagens para frigoríficos e uma parte significativa em laticínios, entendo que a hora que acabar a seca do pasto, e as chuvas começarem, e consequentemente o leite retornar ,conquistaremos ainda mais o mercado de laticínios.”explica Pedro,

Empresa

A Descartável Embalagens está há mais de 45 anos no mercado, sendo referência nacional na excelência e fabricação de embalagens flexíveis. Pedro relembra saudosamente que a parte mais gostosa de trabalhar foi no inicio, onde as decisões eram mais simples e rápidas de serem tomadas, “lembro-me com muitas saudades desse tempo,” comenta.

“Nós conseguimos chegar em um patamar tecnológico diferenciado pois tivemos sorte, (que é a junção da preparação com a oportunidade). Somos líderes em quase todos os itens que  fabricamos. E estamos desenvolvendo mais um equipamento totalmente novo para produzir 30% a mais do que produzimos hoje, (previsto para final de 2021 )e com ele conseguiremos atender todas as Américas .

Visão sobre a atual situação do mundo

De acordo com Pedro ele não gostaria de estar no lugar de quem precisa decidir sobre o que é melhor para o país no momento. Deixar as pessoas em casa com mais segurança, porém sem rendimentos ou deixar as pessoas trabalharem, e aceitar uma grande mortalidade, ou seja, uma decisão muito difícil.


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