Linha exclusiva de Queijos Cruzília: histórias que fazem jus aos nomes

Sexta-feira, 17 de novembro de 2017

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Por: Luiz Sergio de Almeida e Departamento de Marketing Cruzília

A empresa começou em 1948 como uma banca de queijos no tradicional Mercadão de São Paulo. A partir dos anos 80, em fábrica própria, ao pé da Serra da Mantiqueira, região de leite de qualidade e tradição queijeira, especializou-se em produzir queijos finos. Seu portfólio se divide em três linhas: “Especialidades Queijeiras” exclusivas , “Cruzília Reserva” e “Cruzília Todos os Dias”. Saiba mais 

Seus queijos únicos: Santo Casamenteiro, A Lenda e Azul de Minas, são produtos dessa herança e dessa vocação de Minas Gerais em manter viva as práticas milenares da produção queijeira artesanal aliada aos modernos conhecimentos de segurança alimentar. “Temos uma pegada de brasilidade, de buscar inspiração no terroir e criar queijos únicos com excelência e diferenciação” explica Luiz Sergio Almeida , filho do fundador e Diretor de Produção e Desenvolvimento que completa: “Por isso entendemos que na Cruzília, fazer queijos é uma arte”.

 

Os queijos únicos da Cruzília

 

Santo Casamenteiro

O queijo, que elegeu Santo Antonio como padroeiro, não poderia ter sido batizado por outro nome, que não fosse “Santo Casamenteiro”. Não por acaso, ele foi inspirado em um desejo de unir as pessoas pelo amor, pela convivência de bons momentos de celebração.

Criado com o objetivo de tornar mais suave o sabor do seu queijo de mofo azul já premiado, o Azul de Minas, a Cruzilia dedicou-se a desenvolver uma receita
única, fazendo uma verdadeira alquimia de sabores, juntando-o com nozes, damasco e queijo cremoso.

Santo Casamenteiro se tornou outra especialidade queijeira premiada aqui e no exterior.

Os indícios de que o Santo Casamenteiro de fato estaria sob a proteção do santo são muitos. O prêmio inédito para um queijo brasileiro fino de mofo azul fabricado com leite de vaca pasteurizado foi anunciado na França, no Concours Mondial du Fromage, no dia 12 de junho, Dia dos Namorados.

Como esse queijo andou dando sorte no amor, ao pessoal que o fabrica, há relatos que garantem que o queijo tem o poder de unir corações e até fazer casar. É provar e se apaixonar. O certo mesmo é que ele é adequado a diversas celebrações. Inovador, saboroso, “Santo Casamenteiro” é um queijo de apresentação sofisticada e complexo equilíbrio entre sabores.

Pode ser consumido com a vinhos brancos como Chardonnay e Sauvignon Blanc ou com espumantes Brut quando servido como entrada. Harmoniza-se com espumantes Moscatel, vinhos Late Harvest ou vinho do Porto, se a escolha for servir Santo Casamenteiro como sobremesa, em meio a doces ou frutas fatiadas. Pode ser uma especialidade gourmet num Chá de Noivas, num Casamento, numa mesa de Fim de Ano. Ou um simples prazer em qualquer ocasião.

 

O misterioso Queijo A Lenda

Esse é outro queijo de história impar. Ao adquirir uma antiga fábrica de queijos que não funcionava desde 1924, a Cruzília descobriu num velho cofre, em meio
a papéis e documentos envelhecidos, um pequeno frasco de fermento envolto em um pergaminho que continha uma receita de um queijo desconhecido. A
partir dai a Cruzília propôs a seus mestres queijeiros o desafio de reativar o enigmático fermento e produzir o misterioso queijo.

Diz a lenda que durante todos os processos de reconstrução dessa desconhecida receita, os queijeiros sentiam a presença de alguém, como se tivesse outra pessoa sábia os ajudando na produção, e , ao chegar ao trabalho pela manhã, observavam que os queijos estavam todos impecáveis, com o tratamento de casca e alguns cuidados já finalizados.

O resultado foi surpreendente, em uma massa macia, mas compacta, de cor amarelo palha, surge um sabor marcante, levemente adocicado, e especialmente saboroso, envolto em atrativa casca negra. Seu formato inusitado de 17 quilos é feito em prensa manual.

E até hoje, o guarda noturno nos confessou que nas altas horas da madrugada sempre ouve sons curiosos dentro da fábrica e jura que “isso vem de longa data, são os mestres queijeiros antigos que a noite cuidam desse intrigante queijo”. Por isso se diz que esse queijo é feito a quatro mãos: pelos Mestres Queijeiros vivos e pelos que já se foram. Para que se possa apreciar todo o seu sabor, o indicado é comê-lo puro.

 

Azul de Minas, um queijo em homenagem a Lie Kai Goldtfredsen

 

Boa parte da cultura queijeira no Brasil devemos aos pioneiros europeus que transferiram seus conhecimentos. Assim foi com Lie Kai Goldtfredsen, um jovem queijeiro dinamarquês que em 1923 aceitou o desafio de sair de Copenhagen, na Dinamarca e vir enfrentar com coragem e espírito de aventura a produção de queijos numa “inóspita região do Brasil” (Minas Gerais). Dentro de sua bagagem trouxe um queijo Danablu, maturado com Peniccilium Roqueforti. E a partir daí ele o replicou na fabricação de um queijo com leite da Serra da Mantiqueira sendo o precursor dos queijos de mofo azul em território brasileiro. À época, o queijo não prosperou. Mas inspirado e em homenagem a esse intrépido jovem queijeiro dinamarquês, a Cruzília desenvolveu o Azul de Minas com o leite da Serra da Mantiqueira. Um queijo azul cremosíssimo, de 45 dias de maturação, que foi reconhecido como o primeiro queijo de mofo azul brasileiro, recebendo a honra da sua designação como queijo de terroir.

Com sabor de alta personalidade, o queijo Azul de Minas, é muito bom para ser degustado puro, como acompanhamento de bebidas nobres ou para ser degustado com peras ou frutas secas em tábuas de queijos.

Prêmios

Prêmios dos Queijo Santo Casamenteiro

– Um dos melhores queijos do mundo no 3º Concours Mondial du Fromage et dês Produits Laitiers 2017 em Tours, França.
– Produto Alimentício Mais Inovador do FI InnovationAwards 2016/20ª Food ingredients South America – FISA, S. Paulo
– Destaque Especial do Concurso Nacional de Produtos Lácteos, Minas Láctea 2015/Instituto de Laticínios Cândido Tostes de Juiz de Fora (MG).

Premio do queijo A Lenda.

– Destaque Especial do Concurso Nacional de Produtos Lácteos, Minas Láctea 2013/Instituto de Laticínios Cândido Tostes de Juiz de Fora (MG).

Premio do queijo Azul de Minas

– Destaque Especial do 41º Concurso Nacional de Produtos Lácteos, Minas Láctea 2008/Instituto de Laticínios Cândido Tostes de Juiz de Fora (MG).

 

 

 

 


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