Tour DSM comprovou 3,4% de retorno ao mês de rentabilidade no confinamento em 2017

Quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

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As 10 etapas da 3ª edição, em sete Estados, foram avaliadas pelo Cepea que confirma o excelente retorno no investimento em tecnologia, neste caso os suplementos da linha Fosbovi® Confinamento com CRINA® e RumiStar™

Por: Assessoria de Imprensa

Os especialistas da Tortuga | DSM avaliaram o desempenho zootécnico de bovinos confinados que consumiram os suplementos nutricionais da empresa com as tecnologias exclusivas CRINA® e RumiStar™, presentes na linha Fosbovi® Confinamento, na terceira edição do Tour DSM de Confinamento. Trata-se de uma maratona de encontros técnicos com produtores que, no segundo semestre deste ano (quando se dá o segundo ciclo de confinamento), teve dez etapas em sete Estados, além dos eventos de abertura e encerramento. A edição de 2017 do Tour DSM de Confinamento contou com a parceria da Boehringer Ingelheim e Nissan.

As três edições confirmam que as tecnologias da companhia geram retorno financeiro positivo para o produtor. Na média das dez etapas de 2017, o retorno foi de 3,4% ao mês. “Esse retorno é excelente do ponto de vista econômico e foi obtido com diferentes tipos de dietas, animais e estruturas, comprovando que o investimento em tecnologia é fundamental para atividade”, informa Marcos Baruselli, gerente de categoria Confinamento da Tortuga | DSM. Neste cenário, foram avaliadas unidades produtivas de Confinamento nos Estados de São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Pará, Bahia, Sergipe e Paraná, “e o mais importante é que em todas elas as contas fecharam no azul”, completa Baruselli.

Foram observados também vários ganhos zootécnicos, como ganho de peso elevado e outros benefícios que se estendem por toda a cadeia, desde a saúde dos animais até a melhora da qualidade da carne que chega às mesas dos consumidores, com maior concentração de minerais e vitaminas, por exemplo, a vitamina E, que preserva a carne e aumenta o seu tempo de prateleira no varejo.

A avaliação econômica da aplicação das tecnologias da empresa foi realizada novamente por especialistas do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade São Paulo (Cepea/Esalq-USP), sob a liderança do prof. Dr. Sergio De Zen. De maneira geral, os técnicos do Cepea avaliaram a melhora dos níveis de rentabilidade dos confinadores que adotam os suplementos nutricionais com as tecnologias CRINA® e RumiStar™, considerando todas as variáveis, desde o custo da terra, do boi magro e da nutrição até a alta da receita pela produção de bois mais pesados e com melhor acabamento.

O Retorno sobre Investimento (ROI) do confinamento, englobando todos os fatores que compõem este sistema de produção, foi um dos fatores do Tour analisados pela equipe do Cepea que teve um índice altamente positivo. Considerando os custos operacionais e os de oportunidade (que são os investimentos de baixo risco disponíveis no mercado), o Cepea constatou ROI positivo em todas as etapas, comprovando que o investimento em tecnologia gera um retorno mais expressivo aos produtores, mesmo diante de um ano bastante desafiador. Para quem apostou na atividade mesmo no primeiro semestre, os ganhos de produtividade (GPD e rendimento de carcaça) supriram cotações menores e deram retorno ao produtor, ajudados pelos menores custos de produção, entre eles, a reposição e a nutrição que, em média, representaram 73% e 23%, respectivamente – os 4% restantes consideram outros custos.

Sustentabilidade: produzir mais com menos recursos naturais

Como a sustentabilidade é um dos valores intrínsecos à atuação da DSM em todo o mundo, este tema é levado em consideração para o desenvolvimento das tecnologias que dispõe ao mercado, em todas as atividades da empresa. Sobre o sistema de produção pecuária em confinamento, Baruselli chama a atenção para a sustentabilidade em caráter social, ambiental e econômico. “Um dos principais benefícios sustentáveis do sistema de confinamento é o efeito ‘poupa-terra’, pois torna possível terminar um bovino em apenas 90 dias, com um desempenho que ele levaria um ano no pasto, em média, liberando esta terra para agricultura, pastagem e também para preservação”, comenta o especialista, que, particularmente sobre o uso das tecnologias da Tortuga | DSM na dieta dos bovinos, ressalta ainda a possibilidade de se produzir carne de alta qualidade com uso de aditivos e ingredientes naturais na ração dos animais, sem antibióticos.

No caso do efeito poupa-terra gerado pelo confinamento, este fator torna-se relevante à medida que foram confinados no Brasil este ano um total de 4,2 milhões de bovinos, conforme cruzamento de estatísticas do Serviço de Informação de Mercado (SIM), da DSM, e de outros órgãos e instituições de pesquisa do mercado. Este é um volume 16,6% superior aos 3,6 milhões de bovinos confinados ano passado e que deve chegar a 5 milhões em 2020.

Do número de bovinos terminados em confinamento no Brasil, a Tortuga | DSM comemora a chancela do mercado às tecnologias que dispõe à medida que que um em cada três bovinos confinados no País consomem os seus produtos na dieta, o que representa um rebanho de 1,4 milhão de bovinos, de 4 mil confinadores espalhados por todas as regiões. Dos produtos com as tecnologias com CRINA® e RumiStar™, lançados há dois anos, a empresa também comemora o fornecimento para 350 mil animais (8,5% do rebanho total terminado em confinamento), de 850 produtores; em 2015, quando foram lançados, os suplementos com as novas tecnologias foram fornecidos para 100 mil animais, de 100 produtores e, em 2016, chegou a 150 mil animais, de 300 produtores.

CRINA® e RumiStar™: 1@ a mais por bovino no confinamento

Os suplementos nutricionais da Tortuga | DSM que geram, no mínimo, uma arroba a mais por bovino confinado são os produtos da linha Fosbovi® Confinamento com CRINA® e RumiStar™. Com este resultado zootécnico, os produtores ganham o equivalente a um animal a mais a cada 18 bovinos confinados, ressalta Baruselli. Mas, segundo ele, os benefícios da aplicação destas tecnologias na dieta dos ruminantes vão além do ganho de peso e, neste contexto, ele cita: melhor eficiência alimentar; redução das taxas de problemas gastrointestinais, como diarreias ou timpanismo; rápida adaptação dos animais; menor taxa de refugo de cocho; aumento do consumo de ração desde os primeiros dias de confinamento; eficiência na digestão; e menor incidência de animais com laminites e acidose. “São benefícios que se estendem para toda a cadeia da carne, partindo dos produtores, passando pela indústria frigorífica e chegando até aos consumidores”, reforça.

Os produtos da Tortuga | DSM para bovinos em sistemas de confinamento foram desenvolvidos a partir de novos conceitos em nutrição mineral e vitamínica e funcionam como uma associação equilibrada de macro e microminerais, incluindo o cromo orgânico, vitaminas lipossolúveis e hidrossolúveis (biotina) e aditivos naturais, como leveduras vivas (CRINA® e RumiStar™), aliados aos Minerais Tortuga.

Baruselli conta que o aditivo CRINA®, por exemplo, é indicado para substituir o uso de antibióticos e ionóforos na ração de bovinos confinados, com vantagens na produtividade animal, sem prazo de carência e sem deixar resíduo na carne, além de não possuir restrições no comércio mundial de carne bovina. O uso do RumiStar™ (enzima alfa amilase pura), por sua vez, proporciona uma melhor ambiência ruminal e reduz a excreção de amido nas fezes, proporcionando melhor eficiência alimentar e redução do custo de produção da arroba produzida no confinamento; para isso, o RumiStar™ faz a hidrólise do amido no ambiente ruminal, transformando o amido em oligossacarídeos, melhorando todo o metabolismo energético do bovino confinado, sendo indicado para os confinadores que trabalham com altos teores de milho ou sorgo na dieta.


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